“O registo desta espécie a Norte do país demonstra que os esforços de conservação da águia-imperial-ibérica que estão a desenvolver no Sul do país estão a produzir resultados. A população está a crescer e a aumentar a sua área de dispersão”, comentou José Pereira, biólogo e presidente da Palombar, em comunicado.
Esta águia, que apenas existe na Península Ibérica, deixou de se reproduzir em Portugal no final dos anos 1970 e início dos anos 1980. A sua nidificação só voltou a ser confirmada em 2003 na região do Tejo Internacional.
Lentamente, a águia-imperial tem vindo a colonizar o território. Este ano, a população nacional nidificante totalizou 17 casais distribuídos pela Beira Baixa, Alto Alentejo e Baixo Alentejo.